Este hábito terrestre se espalhou de tal forma que deixou o âmbito da fofoca e virou quase que uma ocupação.
Em blogs, redes sociais e sites com espaço para a interatividade, alguéns (e alguns) passam horas pensando em como fazer um comentário ácido, crítico e bombástico para poder fazer parte do mini mundo dos ácidos, críticos e bombásticos.
Alguns chamam isso da cultura do ódio... Chamo de hipocrisia, de falta de informação, de cegueira motivada pela inveja...
Vejo diariamente em sites de notícias sobre o setor de Comunicação - como o www.comuniquese.com.br - esta regra se aprimorar.
Lá em baixo, logo após as notícias, temos um 'estapeamento', de internautas/leitores. Eles batem sem pensar, simplesmente porque batendo alimentam seus próprios espíritos narcisistas e felizes dizem: eu sou inteligente porque eu disse alguma coisa!
Outro dia li os comentários postados numa matéria do Comunique-se sobre uma capa da Veja. O site (em um momento de capacidade de abstração invejável) teve a intenção de mostrar algo positivo: o fato da agência de comunicação ter conseguido, em apenas três meses, planejar a campanha de mídia e começar a executá-la, tendo saído vitóriosa já nas primeiras ações: emplacar a capa de Veja para o cliente (capa, matéria, fontes, fotos...!).
É inquestionável a competência da Agência, que estava com o trabalho focado na tiragem e vendagem da revista.
Assim, é inútil postar comentário apenas para rechaçar a revista (o lugar e o momento deveria ser outro). Julgar a escolha da revista não faz caldo para a discussão, porque, o que importa para quem quer vender é a abrangência da propaganda.
O.R. : sim, o mundo é movido a dinheiro... e não, ideologia não enche barriga.
A matéria em questão é uma viagem com o título: "Um milionário mora ao lado - surge no Brasil um milinário a cada 6 minutos".
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